O Brasil é um país rico. Grande parte de suas terras são férteis, apropriadas para o cultivo. Porém, paradoxalmente, uma parcela considerável da população ainda morre de fome.
Para reverter essa triste realidade, o governo vem criando alguns programas assistencialistas. Nesse sentido, ele apenas dá o suficiente para a pessoa sobreviver. Ela vive, mas não tem autonomia, infelizmente precisa de ajuda assistencialista.
Aparece então o velho discurso de que é preciso “ensinar a pescar”. Mas quem consegue obter um bom desempenho nos estudos e no trabalho estando com fome? Ninguém! Diante disso, políticas de transferência de renda são válidas. O Estado deve oferecê-las para que as pessoas tenham acesso à alimentação. Posteriormente, oferecer a elas empregos; alimentadas poderão trabalhar. O ser humano precisa de autonomia.
A sociedade, por sua vez, também pode ajudar. Ela pode fazer doações; ajudar ao próximo é preciso. Além disso, existem vários programas sociais.
Enfim, a alimentação é um direito básico de todo ser humano. Não podemos simplesmente fechar os olhos para isso e culpar o Estado. Ele, junto à população deve ajudar quem vive na miséria. Seja oferecendo alimentos, seja oferecendo empregos. Afinal, quem convive com a fome diariamente não quer planos e projetos no papel, quer ação.
Heloísa Freire – Aluna do 3º ano B da Escola Estadual Profª Maria Ocila Bezerril, Pedro Velho, RN.




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